APÓCRIFOS E PSEUDOEPÍGRAFOS COMO HERMENÊUTICA FUNDANTE
REESCRITURA, PESHER E PLURALIDADE NO JUDAÍSMO DO SEGUNDO TEMPLO
DOI:
https://doi.org/10.71114/CCDEJ.CadSion.2763-7859.2026v7n1a07Palavras-chave:
Apócrifos, Segundo Templo, Hermenêutica judaica, Livro de Enoque, PesherResumo
Este artigo analisa o papel hermenêutico dos apócrifos e pseudoepígrafos do Antigo Testamento no judaísmo do Segundo Templo (séc. VI a.C. – I d.C.). Defende-se que tais escritos constituem a primeira camada de comentário sistemático às Escrituras hebraicas, transformando o texto bíblico em tradição viva. Através da análise de 1 Enoque e da técnica pesher, demonstra-se como a reescritura e a pseudoepigrafia operaram como mediações teológicas antes da fixação do cânon. Conclui-se que a integração dessas obras é indispensável para uma compreensão historicamente informada das raízes do judaísmo e do cristianismo primitivo.
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Publicado
31-07-2026
Edição
Seção
Artigos do dossiê
